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segunda-feira, 18 de abril de 2011

enquanto houver ignorância...

...a liberdade segue sendo uma farsa.

O homem é livre; mas ele encontra a lei na sua própria liberdade.
Beauvoir, Simone de

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

it's only love and that's all..

INTRODUÇÃO:

Lá da Luna, voltei com um pensamento de outro dia à noite sobre manias, quando, durante o banho, descobri que minhas (sim, S) Gilettes tinham acabado.

CENA 1: (PARÊNTESIS)

(Na verdade, vivi aquela situação em que vc está lá, bela e folgada no seu banho e, por exemplo, toca o telefone e, vc tem que sair no meio, toda molhada pra atender o bendito... - curiosidade realmente pode matar!!)

INTRODUÇÃO (de novo):

Voltando à Gilette. (Sim, Gilette (com dois Ts) pq ainda sou adepta do método old school - detesto essas dores supérfluas... rs...) A bendita não poderia NÃO estar no box, pq eu sou uma pessoa que tem mania de gilette. sempre que vou ao mercado, compro um pacotinho novo, mesmo que não esteja precisando... deve ser porque é rosa. Só-pode-ser.

FINAL:

E aí, pensei que, como na introdução do Amélie Poulain, há tempos venho querendo escrever uma listinha do que gosto e do que não gosto... Manias podem nos tornar pessoas bizarras...

AS MANIAS:

tenho no meu box um sortimento de uns 5 condicionadores e 4 shampoos diferentes usados ao mesmo tempo - meu cabelo tem um humor peculiar, às vezes.

nunca uso um sabonete até o final. na verdade, também não sou de raspar o prato, nunca termino a pasta até o talo e nem o hidratante da vez - as coisas perdem o sentido no final e, para não perdê-lo, preservo-as. rs.

detesto bolinhas no lençol!

detesto bolinhas de modo geral, na verdade - os tecidos não são mais como eram antigamente...

ando com a minha necessaire lotada na bolsa, o que resulta num peso descomunal a carregar diariamente - a gente nunca sabe quando vai precisar de uma sombra lilás para emergências.

acho que tudo que tem mais de 1 semana na geladeira estraga. e sempre acho que em vez de jogá-las fora, elas vão desaparecer naturalmente.

lavo as mãos muitas vezes por dia.

uso um tipo de hidratante diferente por dia.

toda vez que entro numa farmácia compro um esmalte novo.

toda vez que vou ao supermercado, compro uma duplinha de giletes nova.

para uma ilha deserta levaria suco de laranja e nuggets de frango.

tenho preguiça de sair às sextas.

faço muitas coisas ao mesmo tempo no carro de manhã - peraí, coisas siiimples, como maquiagem, francês e lanche - mas gosto de transar no carro também.

e descobri, através da terapia que, em primeira instância, me apaixono loucamente por tudo: por pessoas, por músicas, por bandas, por roupas, por idéias, por filmes. É Afrodite, meus queridos...

(o título do post é uma pegadinha para audiência... hahaha)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

marriê



Sou mega adepta das coisas "feitas em casa" pq tenho ultra preguiça de ir ao cabeleireiro, manicure e tals, faço tudo eu mesma: "barba, cabelo e bigode". Até penteado de casamento já fiz, em mim e nas amigas também, deu tudo certo. A 'questã' é que agora vai ter um casamentão da amiga de infância, a primeira da turma a casar oficialmente - depois de 10 (DEZ!) anos de namoro. Estão sentindo o "peso" do evento? Pois então. Neste caso, tudo direito: vestido novo, manicure e penteado no salón (com sotaque da vó). Mas como não confio muito em cabeleireiros (tenho histórias traumáticas com eles), resolvi pesquisar e já consultar o tal que vai fazer meu modelets na semana que vem. Googuei o "red carpet" e fiz algumas seleções que vou compartilhar com ustedes para que aproveitem numa próxima oportunidade, okei?

A minha intenção é ir mesmo pra esse lado das tranças, pra deixar o look mais jovem.


Estou com um pouco de dúvidas a respeito de um colar grandão - já que meu vestido é tomara-que-caia...


ou um brincão bem lindão...

E aí, o que acharam?

domingo, 27 de setembro de 2009

heras


Por que, minha gente, POR QUÊ, é TÃO importante o status conjugal de uma pessoa na sociedade??????? Você chega à um lugar - chás de bebê são os mais apropriados - e as pessoas te perguntam: E aí, já casou? - Desculpe, mas é a PRIMEIRA pergunta que me fazem - "Não... ainda não..." E perguntam novamente, quase indignados: Mas como???? - Gente, não sei, mas tá TUDO BEM, viu, tá TUDO BEM!!! (pois é, é como se alguém tivesse morrido!!!) E ninguém quer saber que banda ótima tinha ontem na balada - putz, com um contrabaixo acústico irado! - , ou que filmes ótimos estão passando no cinema e que novos amigos ótimos andei fazendo, "sabe que uma está produzindo um filme sobre o Elvis?" Não, gente, não é tão importante assim! E também não digo que não "quero uma casa no campo", mas existem outras coisas na vida do que casar e ter filhos, por Deeeeeus!
Tudo bem, desabafo feito, agora vou tomar umas cervejas na casa de outra amiga ótima.


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

curvas ou retas?



acreditem ou não esta é uma modelo "plus-size"... Tá bom pra vcs?

"alguma coisa está fora da ordem..."

sei lá, mas já tem umas duas sextas-feiras que chegaram antes da hora. alguém lá em cima está adiantando o relógio!!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

hera, afrodite e a mulher autônoma

No livro que estou lendo, a autora conta que foi feita a seguinte pergunta à um número X de pessoas: uma mulher pode ser autônoma e feminina ao mesmo tempo? A maioria respondeu: "sim, claro, óbvio"... Mas ao perguntar à essas pessoas o que era uma mulher feminina, muitos não sabiam como responder. Dos que responderam, alguns adjetivos que surgiram foram: delicada, cheirosa, indecisa... Então eu pergunto: O que é ser uma mulher feminina, afinal?

Segundo o mesmo livro, "autonomia implica ser você mesma, em sua totalidade, sem negar ou repudiar aspectos de sua personalidade para se submeter às exigências sociais.

[...] Na nossa cultura patriarcal, a mulher feminina renuncia a partes do seu eu, na tentaiva de corresponder ao que dela se espera. O mesmo ocorre com o homem masculino.

[...] O homem masculino e o homem dependente não são autônomos. Autonomia, neste caso, implica em não se submeter às exigências sociais de modo a rejeitar características da própria personalidade consideradas femininas pela nossa cultura.

Os conceitos de feminino e masculino são prejudiciais a ambos os sexos por despotencializar as pessoas, aprisionando-as a estereótipos.

Uma mulher autônoma olha com novos olhos o mundo, o amor, o homem. Busca sua identidade definida por si mesma e não como adjunto do seu homem. Ela pode até terminar com "Fulano", mas se o fizer, não será como a "sra. Fulano", e por isso tem dificuldade de se relacionar com homens que não sejam autônomos, homens presos ao mito da masculinidade."

segunda-feira, 20 de julho de 2009

liberté


Limites são coisas muito delicadas. é preciso ser muito sensível para perceber até onde vai o seu limite e não invadir o limite do outro. E mais, há dias em que nossos limites estão mais ou menos flexíveis; dependendo da lua, da maré ou do fluxo hormonal. Respeitar os limites de alguém pode ir além do que seus limites também podem tolerar, mas você leva em conta o outro, muitas vezes, acima até de si mesmo. Mas perceber e se importar com o outro também sofre severas críticas. Se prestou atenção, é porque se importa demais com a opinião alheia, se não se importou, é porque é egoísta e só pensa em si mesmo.
Onde raios é que fica o nosso limite antes de chegar o limite do outro?
Aquele em que nos sentimos livres mas sem ofender ninguém? Será que o fato de agir com liberdade vai sempre ser uma ofensa?

terça-feira, 30 de junho de 2009

faith


e o que é ter fé se não dar corpo àquelas mais absurdas idéias, criar histórias, vestir personagens?
o que é ter fé num mundo em que não pára nem um segundo para que você possa guardar o perfume dos bons ventos?
o que é ter fé se não ter uma memória cúmplice que te acompanhará no decorrer de uma 'novena'?
que te fará esquecer que as contradições existem e que o que há de mais precioso é o que você carrega por dentro?
ter fé é, de um certo modo, contrariar as regras que ditam o mundo e criar as suas próprias.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

no princípio era o verbo... rs

Ontem estava conversando com uma amiga e ela me perguntou o endereço/nome do meu blog atual... Foi engraçado porque fiz uma breve retrospectiva-explicativa, pois ela costumava me visitar lá nos idos do La Mexicana (my first one), e eu já não lembrava bem porquê tinha posto o nome deste aqui, portanto, aí vai:
Meu primeiro blog era o La Mexicana (os links estão aí na lateral), porque estava passando por uma fase pra lá de dramática com os assuntos do coração em 2006 (eu acho); depois, resolvi superar tudo isso e virei She-Hulk, que é a namorada do Hulk, a que podia aguentar qualquer rojão... Passou... Passou e comecei a assumir minha própria identidade (então deveria ter chamado Clark Kent ou algo assim, né? ha ha) e como não tinha nenhuma idéia brilhante, veio essa aí... Mas é com C, tá?

sexta-feira, 5 de junho de 2009

complexo de amèlie

desejo -> pensamento -> poder -> fato.

o quanto a gente participa disso?

sexta-feira, 29 de maio de 2009

querido diário,

Pois então, correria nos últimos dias e blogzin largado às moscas... Talvez nem seja só pela correria, mas relaciono também um pouco a falta de necessidade de escrever com uma possível fase felizinha (ou pelo menos tranquila... (a tpm passou! (e a terapia têm ajudado!))); ainda assim, valem algumas considerações sobre o que tem se passado aqui, do lado de fora do computador:

- Uma amiga minha tem uma filha de 12 anos; mãe jovem + filha ultra mocinha = novidade para a "tia éica" que só vive às voltas com pequenos príncipes. O fato é que olho para a menina, que é uma criança em transição, e não sei bem como me comportar, vejam bem! Na minha cabeça, ela é igual à mim (ou ainda, mais esperta) e a vontade que tenho é falar com ela de igual pra igual, mas confesso que, por mais moderna que seja a relação das duas (e, quando crescer, quero ser uma mãe assim, amiga), entendo que devam existir alguns limites sobre o que deve ou não ser compartilhado com uma cabecinha fooooofa de 12 anos.

Impulsionada pela matéria dos soutienzinhos, comprei a revista Atrevida e TAMBÉM a Capricho, para entender mais desse mundinho teen que eu, pretensiosamente, achava que era igual à quando eu tinha aquela idade... ha ha ha. E descobri que, sim, alguns dilemas são os mesmos - mulheres apaixonadas são iguais, por exemplo; aos 12, aos 30 e aos 50, sim senhores! - mas que fala-se muuuito mais abertamente sobre sexualidade; e ainda Jonas Brothers e McFly... QUEM???

Pois é, porque, além de tudo, essa tia aqui é meio alienada com relação ao mundo televisivo.

Tia, tia, tia. (ponto.)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Sabe como Einstein tirava notas ruins quando criança?*

*Bem, as minhas são ainda piores!" - calvin



e todos os dias eu me pergunto se algum dia vou ser uma filha perfeita pro meu pai, se quem inventou todo esse alto padrão fui eu mesma, na minha cabeça crítica, ou se foi o excesso de exigência por parte de lá que me tornou "isso" e um dia eu vou poder dizer: NO, I AM NOT!

domingo, 10 de maio de 2009

que livro (nacional) eu seria?

Udi já deve saber que adooooro testes e mandou-me um link no comentário do post abaixo sobre que livro eu seria... E aí, concordam?

"Memórias póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis

Ok, você não é exatamente uma pessoa fácil e otimista, mas muita gente te adora. É possível, aliás, que você marque a história de sua família, de seu bairro... Quem sabe até de sua cidade? Afinal, você consegue ser inteligente e perspicaz, mas nem por isso virar as costas para a popularidade - um talento raro. Claro que esse cinismo ácido que você teima em destilar afasta alguns, e os mais jovens nem sempre conseguem entendê-lo. Mas nada que seu carisma natural e dinamismo não compensem.
"Memórias póstumas de Brás Cubas" (1881) é considerado o divisor de águas entre os movimentos Romântico e Realista. Uma das expressões da genialidade de Machado de Assis (e de sua refinada ironia), há décadas tem sido leitura obrigatória na maior parte das escolas e costuma agradar aos alunos adolescentes. Já inspirou filme e peças de teatro. É, portanto, um caso de clássico capaz de conquistar leitores variados. Proezas de Machado.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

eu quero levar, uma vida moderninha...

Trabalhando que nem cão de circo e nos intervalos andando pela aldeia vejo que estamos pensando em nós mesmos ("nós me amamos!").

A meu respeito, ultimamente, só posso dizer: sou ciumenta pra cara*piiiiiii... E vivo num dilema entre relacionamentos modernos e possessividade. Una mierda, pode-se dizer.

Alguns dizem que quem deve, teme, portanto, quem tem ciúmes, o tem porque apronta. Péeeeeeee... resposta errada. No meu caso, sinto ciúmes primeiro por falta de segurança, óbvio, porque costumo (costumava) confiar em quem eu amava até que tomava uma invertida.

Fiquei rebelde e parei de confiar. Não adiantou nada. Então passei a ser sincera e me abrir, também não adiantou porque mentiram mesmo assim. Uma injustiça, a meu ver. Então agora, volto à estaca zero. E continuo ciumenta. E trabalhando like a dog.

terça-feira, 7 de abril de 2009

secret sex

Será que algumas pessoas mantêm seus romances em segredo para preservá-los do julgamento dos outros, conservando-os, assim, puros?

(from Sex and the City - first season)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

mentiras sinceras interessam?


Desde pequeno a gente escuta pequenas mentiras. “Mentiras sinceras”, claro, sobre o coelhinho, cegonha, Papai Noel e N outras coisas que eu poderia passar o dia aqui listando. Desde sempre, ouvimos que o Peter Pan ia nos trazer um presente se lhe entregássemos a mamadeira e assim foi. Depois, descobrimos que era tudo para o nosso bem e a mentirinha passou a fazer parte da nossa educação. Só que quando a gente cresceu, descobriu que, na verdade, mentira é falta grave e honestidade é pré-requisito para alcançar o que se almeja. Mas você vê uma amiga chorar porque um cara falou que ela estava gorda. Ou você, rapaz, escuta um monte quando diz que na rodinha de amigos do boteco tinha uma menina, solteira – e bonita. A verdade é cara, assim como a mentira.
Vantagens de um: com a mentira, você evita a fadiga de questionamentos sem importância: você só tem olhos para a sua namorada, a tal menina, pouco te importa. Ou você diz à sua amiga que não, ela não está gorda e que o cara é um idiota, mesmo sabendo que ela nem cabe nas próprias calças – palavras dela mesmo.
Vantagens do outro: sem peso na consciência e sem correr o risco de se contradizer e arrumar uma briga, você dorme tranquilo, politicamente correto, ainda que tenha magoado a amiga dizendo que sim, ela está gorda e o cara tinha razão e que apesar do distúrbio de tireóide, ela tem que emagrecer mesmo porque a vida é assim e ela continua a chorar...
Oh oh... Estou defendendo a mentira? Mas eu só estava falando a verdade!
Então como é que você avalia o que é uma mentira boa e uma verdade má?

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

oferta e procura



Minha porção Vicky sempre se manifestou de maneira que eu nunca deixasse de acreditar que haviam mais coisas por trás das coisas - citando Camila; "Não poderia ser tão simples! A vida NÃO É simples!" Em vão.

Como Vicky, percebi que muitas pessoas têm uma capacidade de tornar o complexo assustadoramente simples - e na minha visão, sem graça. Talvez seja gostar mesmo de complicar... Vai saber. Ou talvez seja ser menos medíocre que uns ou mais inteligente que outros - para me gabar um pouquinho de vez em quando... Ou ainda, pura dificuldade com o desapego.

Para Vicky, o episódio com Juan António em Oviedo foi absolutamente significativo. Para o homem, foi a satisfação de um momento. Simples.

Incansavelmente fico me perguntando o que é que falta nessas pessoas - ou o que elas tem de "a mais" - que as impede de envolverem-se, de sentirem a confusão correndo nas veias, de pulsarem... E não vamos dizer que é falta de romantismo, pois o homem era pra lá de sensível... Mas como assim? Como assim? Como pode ser tão simples?
texto de 18/11

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

puppet show


Vou te falar que não aguento mais essa sensação de insegurança e instabilidade ao ouvir as notícias nas rádios.
Quer algo desesperador para uma pessoa ansiosa, fique dizendo que "ainda não tem previsão" para as coisas...

Então quer dizer que vivemos uma SUPOSTA LIBERDADE, aqui no Brasil? Porque afinal, não fomos livres em nenhum momento, pois estamos sempre à mercê das movimentações das mãos do Tio Sam.

Com 29 anos, nunca tinha acompanhado tão de perto uma crise assim. Lembro-me de minha mãe contando que teve gente que se matou durante o plano Collor... lembro também que fiquei chateada, porque nas eleições, diversão mesmo era recortar os adesivos com os dois "elezinhos" e fazer montagens do tipo "lloco" para colar no vidro da janela... Talvez a gente já soubesse...

Mas e aí, qual tamanho dessa crise? Como é que isso vai afetar nossa vidinha "over the rainbow" aqui no Brasil? Devo fugir? Comprar dólares enquanto não explode? Procurar um canto debaixo da ponte mais próxima? W H A T?

Acho que vou virar hippie de vez...


segunda-feira, 22 de setembro de 2008

otimismo oportuno


Estava pesquisando sobre o tema "oportunidade"... Sobre perder uma oportunidade, para ser mais precisa, e curiosamente, o universo lançou-me um dilema: será mesmo que uma oportunidade perdida é mesmo uma oportunidade perdida?

Lá no Assertiva, o Ernesto fala sobre as mentes ágeis e as respostas rápidas, o que me fez pensar sobre precipitação e aí me pergunto: como ter a certeza de que não aproveitar uma suposta oportunidade foi uma falha ou justamente a chance de encontrar oportunidades melhores diante de um mesmo tema?

Too optimistic??? Lhes digo por quê; ao pesquisar sobre "o-por-tu-ni-da-de", vejam o que encontrei:

Um homem de bom senso saberá criar melhores oportunidades do que aquelas que se lhe deparam - Francis Bacon

Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade; um optimista vê uma oportunidade em cada dificuldade - Winston Churchill

Portanto, fiquei saciada e, o que até ontem parecia uma oportunidade perdida, agora tornou-se a oportunidade de uma nova oportunidade. E vamo que vamo.