segunda-feira, 20 de julho de 2009

liberté


Limites são coisas muito delicadas. é preciso ser muito sensível para perceber até onde vai o seu limite e não invadir o limite do outro. E mais, há dias em que nossos limites estão mais ou menos flexíveis; dependendo da lua, da maré ou do fluxo hormonal. Respeitar os limites de alguém pode ir além do que seus limites também podem tolerar, mas você leva em conta o outro, muitas vezes, acima até de si mesmo. Mas perceber e se importar com o outro também sofre severas críticas. Se prestou atenção, é porque se importa demais com a opinião alheia, se não se importou, é porque é egoísta e só pensa em si mesmo.
Onde raios é que fica o nosso limite antes de chegar o limite do outro?
Aquele em que nos sentimos livres mas sem ofender ninguém? Será que o fato de agir com liberdade vai sempre ser uma ofensa?

4 comentários:

Luna Sanchez disse...

É delicado, né, Érica...

Penso que podemos desfrutar da liberdade que conseguimos sustentar, e isso não fica só no plano prático (money), mas também sustentar com argumentos e pulso firme, com a conduta certa, com a consciência de respeitar e exigir respeito.

É tão de bom tom deixar que o outro nos dê mais espaço, ceda, se achar que deve. É um voto de confiança que recebemos, eu acho super válido. Mas tem quem prefira invadir, infelizmente.

Não lido bem com gente espaçosa.

Dois beijos,

ℓυηα

Érica Martinez disse...

Tomar espaço na marra é violento, pra dizer o mínimo... Acho que tb não lido bem com isso, acho que respeitar é tão menos painful...

Gabriel disse...

Saudade do teu blog.

Até o fim do expediente, vou ler o que ainda não li. Aliás, só para constar: se um projeto nosso aqui do pessoal da editora virar mesmo (daqui muito, muito tempo), a moça da moda toparia escrever?

Tem algum e-mail que eu possa enviar o projetinho, pra ver se rola interesse?

Aquele abraço.

Érica Martinez disse...

Gabriel, seu sumido!
Eu sou que nem arroz de festa pra essas coisas de escrever, chamaí!

ericabmartinez@gmail.com