
Limites são coisas muito delicadas. é preciso ser muito sensível para perceber até onde vai o seu limite e não invadir o limite do outro. E mais, há dias em que nossos limites estão mais ou menos flexíveis; dependendo da lua, da maré ou do fluxo hormonal. Respeitar os limites de alguém pode ir além do que seus limites também podem tolerar, mas você leva em conta o outro, muitas vezes, acima até de si mesmo. Mas perceber e se importar com o outro também sofre severas críticas. Se prestou atenção, é porque se importa demais com a opinião alheia, se não se importou, é porque é egoísta e só pensa em si mesmo.
Onde raios é que fica o nosso limite antes de chegar o limite do outro?
Aquele em que nos sentimos livres mas sem ofender ninguém? Será que o fato de agir com liberdade vai sempre ser uma ofensa?
para ouvir: Todas as Mulheres do Mundo - Rita Lee
4 comentários:
É delicado, né, Érica...
Penso que podemos desfrutar da liberdade que conseguimos sustentar, e isso não fica só no plano prático (money), mas também sustentar com argumentos e pulso firme, com a conduta certa, com a consciência de respeitar e exigir respeito.
É tão de bom tom deixar que o outro nos dê mais espaço, ceda, se achar que deve. É um voto de confiança que recebemos, eu acho super válido. Mas tem quem prefira invadir, infelizmente.
Não lido bem com gente espaçosa.
Dois beijos,
ℓυηα
Tomar espaço na marra é violento, pra dizer o mínimo... Acho que tb não lido bem com isso, acho que respeitar é tão menos painful...
Saudade do teu blog.
Até o fim do expediente, vou ler o que ainda não li. Aliás, só para constar: se um projeto nosso aqui do pessoal da editora virar mesmo (daqui muito, muito tempo), a moça da moda toparia escrever?
Tem algum e-mail que eu possa enviar o projetinho, pra ver se rola interesse?
Aquele abraço.
Gabriel, seu sumido!
Eu sou que nem arroz de festa pra essas coisas de escrever, chamaí!
ericabmartinez@gmail.com
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