
Que grandes pretensiosos somos nós, pobres humanos! Que vez ou outra achamos que podemos ter o controle das situações quando o universo é TÃO maior! (Pobrezitos...) Quando o tempo é absolutamente relativo e o "agora" pode justamente, não ser o momento para se pontuar coisas.
Vivemos numa urgência tamanha que desrespeitamos o lento processo de absorção das experiências. PRECISAMOS, queremos, procuramos em outro, batemos o pé, brigamos, choramos e, ofendidos, vamos embora, pensando de quem é a culpa, quando na verdade, a culpa não é de ninguém além da nossa própria ansiedade em decidir as coisas.
Ai, o tempo que diariamente subestimamos!
Tempo este que hora ou outra melindra-se e mostra pra gente que é ELE quem manda.
Tempo cheio de surpresas para nós, seres humanos vazios de tempo.
Agradeço e me curvo, então, Senhor Tempo, feliz em perceber, cada dia mais, nossa humilde insignificância diante de tal magnitude, e me acalmo em saber que nada está em nossas mãos... Nem nós mesmos.
2 comentários:
É uma luta inglória, que só desgasta, mesmo.
Gostei.
Beijo,
ℓυηα
nada melhor do que "Blowing in the wind", hã?
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