"Querida, Não pense que a pessoa tem tanta força assim a ponto de levar qualquer espécie de vida e continuar a mesma. Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso - nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro. Nem sei como lhe explicar minha alma. Mas o que eu queria dizer é que a gente é muito preciosa, e que é somente até um certo ponto que a gente pode desistir de si própria e se dar aos outros e às circunstâncias. Depois que uma pessoa perde o respeito a si mesma e o respeito às suas próprias necessidades - depois disso fica-se um pouco um trapo.
... Você veria que há certos momentos em que o primeiro dever a realizar é em relação a si mesmo.
Ouça: respeite mesmo o que é ruim em você - respeite sobretudo o que você imagina que é ruim em você - pelo amor de Deus, não queira fazer de você mesma uma pessoa perfeita - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse o único meio de viver."
*Este trecho, bom demais, para a amiga, que passou por umas esta semana...
e fui assistir Preciosa, que é daqueles filmes que doem por dias... E além do drama todo, você para pra pensar no que o desespero de perder alguma coisa - ou alguém, que sequer é seu de fato - porque, vcs sabem, ninguém é de ninguém - faz com que uma pessoa cometa as piores atrocidades.
E assisti também A fita branca, que fala, num crescente e sufocante suspense velado (suspenses sempre são velados?) das pequenas maldadezitas e hipocrisias que viram grandes, que ferem, que podem destruir uma nação... Tenso.
No mais, informação, informação, informação - ao trabalho e avante! - e uma saudadezita das cores do Rio, apesar de estar curtindo a mudança de estação de um dia... Beijo e bom fds!
2 comentários:
E Avatar, nada?
(hehehe... num vi ainda... e acho que nem vou...)
Que diabo de musiquinha é essa que acordou todo mundo aqui em casa além de assustar as cachorras?
Ai, querido, nem eu tô interessada nesse Avatar aí... (que música? monobloco? rsrsrs... dançou?? rs)
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