segunda-feira, 3 de agosto de 2009

o mistério do planeta


"Vou mostrando como sou e vou sendo como posso.
Jogando meu corpo no mundo, andando por todos os cantos
e pela lei natural dos encontros, eu deixo e recebo um tanto.
E passo aos olhos nus ou vestidos de lunetas.

Passado, presente, participo sendo o mistério do planeta.

O tríplice mistério do stop,
que eu passo por e sendo ele no que fica em cada um.

No que sigo o meu caminho e no ar que fez e assistiu.
Abra um parênteses, não esqueça
que independente disso eu não passo de um malandro
De um moleque do Brasil, que peço e dou esmolas
Mas ando e penso sempre com mais de um,
por isso ninguém vê minha sacola"

(d'Os Novos Baianos)

5 comentários:

Ava disse...

Segunda inspirada...

Atacando de novos baianos...rs

..."não esqueça
que independente disso eu não passo de um malandro.."

Frase de efeito!

Gostei...rs


Beijos e uma linda semana para voce!

Udi disse...

Galvão! que poeta!
beijocas saudosas

Flavio Ferrari disse...

Não conhecia a letra e achei que você estava virando poeta ...

Érica Martinez disse...

Ava: prefiro "e pela lei natural dos encontros, eu deixo e recebo um tanto.
E passo aos olhos nus ou vestidos de lunetas"

Boa semana pra ti tb!

Udinha, conhecedora de música dos anos 70 que nem tu, menina...

Iiiixi, Flavio... Já estou acumulando muitas funções... rs

Anônimo disse...

Érica,

parece que estou sempre abrindo
parênteses em minha vida...

estou soltando o verbo lá no Verbo de Rm!!

http://verbofeminino-rm.blogspot.com/

Beijus!!

Тєтê .......ям иσ νєявσ