quarta-feira, 6 de maio de 2009

a ana, a érica, a gabi, a...

A ana disse ontem
A ana ficou triste
A ana também leu
A ana não existe

É a ana insiste
A ana não consegue
A ana inventou
Ela também merece

A ana é azeda
Mas é doce quando é doce
A ana é azeda
Mas muito doce quando é doce

A ana nada sabe
A ana sempre canta
A ana me enrola
A ana me encanta

A ana se pintou
A ana não limpou
A ana que escreveu
A ana se esqueceu

Foi a ana que fez
Foi a ana que foi
Foi a ana em fá
Foi a ana, foi

A ana ama
A ana odeia
A ana sonha
A ana canta

A ana é azeda
Mas é doce quando é doce
A ana é azeda
Mas muito doce quando é doce


http://www.lastfm.com.br/music/Ana+Ca%C3%B1as

4 comentários:

Rico Salles disse...

Oi, tô passando pra conhecer teu blog, gostei da letra, bem estruturada. Boa semana!

Flavio Ferrari disse...

Isso é o que eu chamo de anaminese ...

Udi disse...

É um poema bacana, mas quando ouço a canção...
Fotinha de BsAs, né?
beijos

Érica Martinez disse...

Rico, bem vindo, mas não é minha a composição, caso haja dúvidas...
É da Ana Cañas, no link lá embaixo.

Udita: si, mi Buenos Aires querida!

Flavio: Anamnese (do grego ana, trazer de novo e mnesis, memória) é uma entrevista realizada por um profissional da área da saúde com um paciente, que tem a intenção de ser um ponto inicial no diagnóstico de uma doença. Em outras palavras, é uma entrevista que busca relembrar todos os fatos que se relacionam com a doença e à pessoa doente.Só pra esclarecer, né?

Cris: Clarice, né... Clarice...