terça-feira, 9 de dezembro de 2008

vushhhhhhhh


No fim, é divertido ser essa pessoa a quem chamam de geniosa - geniosa para os amigos, mal-humorada para os que odeiam. Porque você pode dizer: NÃO QUERO, simplesmente porque não quer mesmo, sem maiores rodeios... Os bonzinhos tem muito trabalho ao ter que ficar pensando em justificativas, desculpas esfarrapadas e ainda se sentirem cheios de culpa porque não agradaram à todos...

Sim, respeito é essencial, sempre. Ainda não é possível virar para o cara que trabalha contigo e dizer na cara dele: Caraca, velho, tu é muito chato! Ainda mais porque o pessoal da firma tem limites muito delicados, sabe?! Deviam ter lido a Lou Salomé dizendo que a vida os maltrataria, quem sabe esperassem menos das pessoas e por fim, não se frustrassem...

Sim, também penso que "em sendo" geniosa, posso acabar sozinha, um desastre. Por isso cuido dos meus - os que são verdadeiramente "meus" - com muito carinho. Na verdade, nem precisaria, porque chamo de "meus" aqueles de quem gosto e que gostam de mim com ou sem tempo ruim. E olha que as tempestades têm sido frequentes! Mas é que não custa dar uma regadinha...

7 comentários:

Udi disse...

Gostei desse estilo de começar com "No fim..."!
Mas no fim mesmo (ou talvez, um pouco mais próximo dele) vamos descobrir que também é divertido perceber que a tal "geniosa" nem era tão geniosa assim, ou que a tal da "geniosidade" gasta, acaba, ou vira outra coisa (seilá!).

Anônimo disse...

...Eriquitcha, que delícia ter te reencontrado amiga e poder ler essa delícia de blog no qual você tenta ser só um feijão (em vão), mas que com essa "regadinha" me leva, te leva, nos leva até as nuvens!!!
"geniosa" é adjetivo de mentes inquietas e por tanto geniais!
saudades

Érica Martinez disse...

hehehe, Udi, nem tinha percebido que sempre há um começo no fim! ou um fim no começo...
sim, a geniosidade que, na verdade, percebe-se como capricho, logo será esmagada por outras coisas mais importantes ao longo da vida, até porque, quem deseja, como eu, ter sempre uma vida social pacífica, descobre que deixar a geniosidade conduzir os caminhos não leva à lugar nenhum a não ser à solidão mesmo... Just a fase... - UAU!

Manu, minha flô: e que bom ter te reencontrado e saber que mesmo me disfarçando de feijão, vc continua aí! hahahahahaha
Loveiú!

Anônimo disse...

kkkkkk... Eu "avuada" como sou, não sei se entendi que vc entendeu kkkkk... mas o feijão que eu falei foi o do filme que o menino trocou por sua única vaquinha e levou a maior bronca, mas que quando foi plantado se transformou naquele GIGANTE. Tá ligada?!!!!
vc é assim "tenta" se disfarçar de feijão mas é uma GIGANTE!!!
TE AMUUUUUUIIITTOOOOO...

Udi disse...

É!rica-flor: talvez, o que eu queria dizer é que não sabemos ao certo quem-conduz-o-quê-prá-onde... wathever! o que queria dizer é que solidão não existe (ou, ao menos, não para pessoas como você)

Udi disse...

inda bem que voltei aqui prá reler: é "whatever"

Érica Martinez disse...

Manu: agora "tô ligada"!! Gostei da comparação!! (sempre esqueço a palavra que não é 'comparação' para esse tipo de comparação, saca?)

Udi: será? tenho frases! já volto!