
No Prozac Café, a Estrelinha postou um texto muito interessante sobre elegância e eu, do alto da minha TPM pulsante (por alguma dose incerta de homeopatia que precisa ser ajustada...), estava pensando justamente sobre isso, quando hoje, arrumava minha mesa caótica aqui no escritório... E percebi que ser elegante está muito ligado ao quanto você se importa com o que está em volta. Que seja tomado por egoísmo ou whatever, mas tem dias que tudo o que você deseja mesmo é dizer bem alto - desculpem a deselegância - FODA-SE O MUNDO.
Essa reação, na verdade, não está particularmente ligada à alguém, mas à um acúmulo de coisas; está ligada ao momento em que você realmente percebe que "não adianta o quanto você se importa, muitas pessoas simplesmente não se importam" MESMO.
Essa reação, na verdade, não está particularmente ligada à alguém, mas à um acúmulo de coisas; está ligada ao momento em que você realmente percebe que "não adianta o quanto você se importa, muitas pessoas simplesmente não se importam" MESMO.
Infelizmente, quando isso acontece, você já se esqueceu como é um 'revide', como se defender numa discussão ou mesmo como deixar pra lá alguma coisa sem ter, como consequência, uma bela dor de garganta...
No mundo de hoje, têm sido cada vez mais difícil manter a elegância o tempo todo e, honestamente, a impressão que tenho tido é que só quando 'descemos do salto' as pessoas nos notam e notam que ultrapassaram alguns limites. Leis da Selva...
2 comentários:
Sempre fiz o tipo blase, nunca gostei de barraco.
Mas esse ano,rodei a bahiana, numa situação que não poderia ser diferente. Confesso que lavei a alma. Só não tenho pique pra fazer isso sempre.
bjs
Sim, Claudia, desperdiça-se muita energia nesses momentos e que demoram um pouco para serem recuperadas... Mas às vezes, vale mais um grito do que uma úlcera...
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