domingo, 14 de setembro de 2008

[não tão] rápidas dominicais


Sabe que a falta de vontade/precisão de escrever me preocupa um pouco... - Como se já não houvessem coisas suficientes a me preocupar, fico aqui me perdendo em respostas para as coisas que, teoricamente, nem precisariam de respostas. Se eu fosse um homem, diria: "é assim e pronto", mas mulher adooora, COMO mulher adooora, procurar pêlo em ovo! -
Pois então; preocupo-me, porque a falta de vontade/precisão pode significar 3 coisas:

- a vida anda muito bem obrigada e não há mais o que falar.

- o trabalho anda tomando-me demais o tempo e este não sobra para falar.

- a cabeça está um caos absoluto e há tantas coisas para falar que é melhor nem começar.

Ou ainda, acaba de ocorrer-me, a hora de escrever ou reclamar sobre o que se deve fazer ou não já passou e agora é hora de SE MEXER.

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A CULPA É DE QUEM?
Assistindo agora pouco o filme "Amigas com dinheiro", onde algumas delas vivem insatisfeitas com o casamento, ocorreu-me que às vezes parece que a busca desenfreada por um parceiro é apenas para suprir a frustração de não ter em quem pôr a culpa quando vivemos sozinhos...

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CROMOTERAPIA
Comprei uma cortina em tons de vermelho e agora estou preocupada (também) porque aprendi com a cromoterapia, que vermelho é uma cor que traz energia e vigor, mas que em excesso, irrita; então hoje, um domingo preguiçoso daqueeeles, depois de dormir 10 horas seguidas, acordei irritada sem mais nem porquê. Cheguei à sala e a bela cortina, fechada, fazia una rubra sombra na parede que, parece, tirou-me incoscientemente do sério... Que perigo permanecer inofensivamente na sala quando a TPM chegar, hein?!

2 comentários:

Anônimo disse...

As vezes temos tantas coisas na cabeça que fica difícil saber o que escrever. Sabe o que eu faço: vou anotando cada coisa no meu caderno.
Primeiro uma, depois a outra e assim por diante. Quando vou escrever a próxima leio a anterior e percebo que não era tão importante assim ou já encontrei a solução/resposta.

Quanto a procurar um companheiro é natural que façamos isso, né? Ainda mais perto dos 30. Pinta aquelas paranóias de não ter filhos, ficar velhas demais, todas essas bobagens que ouvimos e reproduzimos. Nem sei se tenho conselho pra te dar...Conheci meu marido na ante sala da Psicoterapeuta (dois loucos). Nos reencontramos quase 2 anos depois (já tinhamos namorado por um breve tempo)e logo depois do reencontro resolvemos casar. Isso já tem 14 anos.
Acredito que nada acontece por acaso.
bj

Érica Martinez disse...

ai, Claudia... Adoro essas histórias românticas de sala do terapeuta... rsrs